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Tpico: O Cho est frio

  1. #11
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    Como sempre, venho aqui apenas te parabenizar pelo texto. Espero que seja a semente de um futuro livro.

    At mais.


    A leitura torna o homem completo; a conversao torna-o gil; e o escrever d-lhe preciso.
    (**)
    - Francis Bacon


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  3. #12
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    Padro

    Pessoal, muito obrigado pela ateno ao meu projeto, obrigado mesmo a todos os comentrios e incentivos. Tenho imensa dificuldade na disciplina para escrever. Tentarei no fazer tanto tempo de intervalo entre um captulo e outro.
    O que arte afinal?

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  5. #13
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    Padro Captulo II - Mais Flor por favor

    Dois homens aps o trabalho sentados na mesa de um bar. Cada um com seu copo. O silncio entre dois homens numa mesa de bar, se assemelha de certa forma ao silncio de duas mulheres juntas em qualquer lugar, algo no vai bem.
    Eu balano o copo, olho pra dentro dele, breja.
    Esperava at alguma reao do Augusto, mas ele muito mais maduro do que eu. Eu estaria putasso, tomando um porre, encostando nos outros, procurando o atrito do olhar que gera aquela fasca s pra socar a cara de algum. Augusto, ah, o Augusto, sorri de lado, balana os ombros, olha meio cabisbaixo e depois me d um tapinha no ombro.
    - Temos de comemorar.
    - , comemorar o qu Augusto, acabei de te dar uma pssima notcia cara.
    - Que nada Macedo, nada disso. Foi uma boa caada hoje.
    - Mas no pros dois. Eu no teria conseguido sem voc.
    - Sem grilo. Eu no ia me dar muito bem l mesmo, sabe. Esse negcio de cidade grande, ia me deixar meio pilhado.
    - T falando besteira.
    - sim. Ia ficar perdido, tanta gente, tanta coisa acontecendo, tanta rua pra descobrir. E alis, o que ia ser das minhas meninas sem o papai aqui.
    - Tu s t falando besteira.
    O clima comea a ficar mais leve, enquanto a gente vai bebendo e relaxando. Vou aproveitar e tirar esse palet.
    - Que marca essa no pescoo Macedo?
    - Marca, ah sei l, um vermelho?
    - .
    - Ah, foi de ontem, havia me estressado com uns caras no Castelinho.
    - Hum ... no, isso aqui ... um chupo.
    - No, foi uma gravata que um rapaz tentou me fazer, deve ter assado a pele.
    - Macedo, isso marca de chupo, e de chupo eu entendo. E te digo mais, foi feito com vontade de marcar.
    - Ahhh ... t certo, beleza.
    - Macedo, se lembra do filme do Katat Kid.
    - Sim, do senhor Miyagi.
    - No, “bota casaco”
    - O qu ?
    - Bota o casaco, Violeta t chegando.
    Puta merda. Puxo o palet e visto rapidamente sem levantar. Enquanto chega minha peguete oficial, Violeta.
    - Oi Leonardo, tudo bem.
    Beijinhos carinhosos no rosto.
    -Oi Augusto, tudo bem contigo.
    - Tudo lindo lindo Flor.
    - A Augusto, voc no presta. Ento Leonardo, - sua mo de posse pousa sobre meu ombro – eu precisava que voc me ajudasse l em casa com a moblia.
    - Trocar o sof de lugar.
    - . Mexer na cama.
    Olho pro Augusto, ele entende o pedido.
    - Poxa Violeta, tinha de ser logo hoje? A gente t comemorando a matria do Macedo.
    - Matria? Que matria.
    - Macedo cobriu um furo de reportagem, mas amanh voc vai ficar sabendo.
    - Furo meu querido? Voc tem de me contar isso.
    - No meu bem, amanh voc fica sabendo.
    - No pode me adiantar nada.
    O mosquito do orgulho me picou.
    - Posso te contar que vai abalar as estruturas das ruas da nossa cidade.
    - Ui ui ui Tem sangue?
    - Bem, algum sujou as mos de sangue.
    - Ai que malvado, vem, me contar l em casa. A ns abrimos um vinho pra comemorar.
    - No Violeta, no rouba o Macedo hoje de mim no. Foi um grande dia hoje, amanh ele seu.
    Ela ainda me olha, saliente. Pego sua mo e beijo.
    - Sabe que eu sou todinho seu, mas deixa pra amanh.
    Olhos para o alto e balano negativo de cabea.
    - Aff, Ok, amanh! Beijos.
    Ela vai saindo enquanto louvamos seu rebolado e inebriamos com seu perfume.
    - Foi por pouco.
    - Fica ligado, pega uma caneta Bic e fica rolando ela sobre a pele. Tambm pode passar gelo que ajuda.
    - E demora muito?
    - Se voc fizer bastante, depois de amanh j deve sair. Quem foi que fez isso a?
    - Ah, foi uma puta.
    A indagao na cara de Augusto clara.
    - Tu no disso.
    - No, - um gole de cerveja – foi s caso de uma noite. Ela tava de folga, eu tava l e ela tambm, rolou.
    - Ento, tu no pagou.
    - Quem pagou foi ela. Hehehehe
    - Hehehe. E onde que ela t agora.
    - Oras, eu que sei? uma puta, ela que se foda.
    HAHAHAHA
    Agora sim o papo estava ficando melhor. Quando encontrando algum para sofrer nossas acusaes esquecemos de nossos prprios crimes.

    Dia seguinte me reservo ao direito de acordar tarde. Um banho frio pra relaxar e ...
    TOC TOC TOC
    Quem pode ser essa hora?
    - Abro a porta e ... Violeta?
    - Voc no veio ontem eu vim pra vo ... o que isso aqui?
    Ai no. Ela adenta o quarto me empurrando, indagando seriamente minha marca no pescoo. Agora lembro que o Almeida havia falado era disso, do chupo.
    - O qu?
    - O que isso aqui no seu pescoo? Quando foi isso Leonardo?
    - Isso o qu, no sei do que voc est falando?
    No sou um bom ator, mas estou surpreso de qualquer forma, ento d pra enganar.
    - Esse chupo no seu pescoo. E no adianta dizer que fui eu.
    - No foi voc?
    - J disse que no fui eu.
    - Ento no sei o que isso?
    No que eu me acanhe com mulheres, mas se voc leitor visse a Violeta, ia entender o porqu estou me sujeitando a me explicar. Seus seios fazem voc ter certeza de que a atrao sexual tem a ver com essa tal “perpetuao gentica”. Suas pernas possuem uns bons metros de coxas grossas e firmes que pedem alguns tapas. Enfim, paremos, isso aqui um mistrio e no 50 tons de Cinza.
    - Deixa eu ver no espelho. Ah isso aqui foi uma gravata que tentaram me dar.
    - Quando Leonardo? Onde foi isso?
    Sua mo na cintura e seu tronco pra frente com esse decote fazem eu me arrepender de ainda estar de toalha. Ela olha dentro da bolsa, deve pegar uma escova de cabelo pra tacar em mim.
    - Foi durante a matria querida, maior confuso. No queriam a imprensa, tivemos de entrar a fora no necrotrio. Aqui minha mos.
    Mostro os machucados das minhas mos que ainda so recentes. Ela se surpreende, pega minha mos e se arrepende de estar to errada sobre meu carter.
    - Ai desculpe, eu achei que isso fosse ... ai, que boba que eu sou. Foi da tal matria de ontem n?
    - Eh, foi sim.
    - Eu, ai, me desculpa, eu quase que perdi o controle aqui contigo, eu ia ... ai, fazer uma besteira ...
    - Eu sei, mas t tudo bem.
    - Ai perdoa, perdoa? Eu fico nervosa, nem quero pensar. Ai, perdoa.
    - Calminha, ningum morreu ento d pra consertar, no mesmo. Agora, quanto ao seu perdo, deixa eu trancar essa porta.

    Continua

    *
    Lendo sobre variaes no roteiro me deparei com foque e desfoque do tema central, criao de tramas anexas, o que caracterizaria melhor um romance. Ainda sinto muita dificuldade de ambientao conforme me alertou Shintaro. Quando me dou conta j pulei essa parte. Tentei focar em dilogo neste ponto, daqui uns 20 dias acho que consigo criar mais alguma coisa.
    Novamente, obrigado pelas crticas, todas ajudam muito.
    ltima edio por HOVO; 25-11-2016 s 23:05.
    O que arte afinal?

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  7. #14
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    Captulo 3 Refrigerante, pimenta, vidro e peixe

    Nada como um banho gelado para despertar. Enquanto me secava observei as curvas do lenol que insinuavam os volumes de Violeta. Gosto de mulheres como ela, que tem atitude na cama e na vida. No entendo essa gente mal resolvida que precisa de meninas magricelas e abobalhadas para se satisfazer. No sabem o que sexo, no sabem amar uma mulher, apenas amam suas fantasias de mulheres. Deixo aquele mapa do prazer j desvendado em minha cama para saciar uma outra fome, afinal manh. No, no a fome da barriga leitor, fome de fama, preciso ir numa banca de jornal.

    No h lugar melhor do que um banca de jornal de rodoviria para sentir o sabor do resultado de minhas linhas. L, esperando os nibus esto as milhares de vidas que bebem em pequenas doses a notcia em tinta do papel-jornal enquanto viajam espremidos nos nibus.
    A distncia j vejo Seu Carmo LaBanca, um italiano, redondo, com um nariz gordo e vermelho por cima dos bigodes cinzas. Seu rosto seria mais respeitado se no fosse sua boina tambm cinza.
    - Buon Giorno senhor Macedo.
    - Buon Jiorno senhor LaBanca.
    - Non Jiorno, Giorno

    - Si, si, Jiorno, capisce.
    - non, capito.
    - Hahahaha, Bom dia Senhor LaBanca.
    Um forte aperto de mo ou ento ele vai ficar mal humorado comigo o resto do dia. Sua aparncia de uma vida de suor e trabalho, veio imigrante para nosso pas a muito tempo. Criou 8 filhos com o sustento dessa banca, trabalhando todos os dias do ano. Algumas vezes um ou outro filho estava atendendo quando estava com a esposa no hospital. uma rotina dura, mas manteve a sade dele, afinal apesar da idade ele est atendendo de p. Mais um jornal para um homem apressado. Ele me estende a minha compra habitual e comea a falar o que sabe que vim perguntar.

    - Hoje est uma loucura meu amico. Quando vim da agncia j vi que seria um dia cheio.
    - Ento o jornal est quente hoje?
    - Nem para nas mos, no d pra queimar. Hahahaha s olhar em volta.
    Enquanto gesticula italinamente sua risada espreme cravos do rosto. Uma bela risada judia.
    Estou acostumado a enxergar as filas de nibus nas rodovirias com muitas pessoas esperando sua conduo tortura diria. Muitos olhares vagos, alguns poucos lendo jornal e menos ainda alguns de bom humor. Mas hoje, o jornal estava at sendo compartilhado, pessoas liam, apontavam e comentavam com outras do lado. um momento de glria para quem escreve.

    - J era hora de algum matar aquele calhorda, non vero?
    - Como assim Senhor LaBanca?
    Eu concordo com ele, mas sua certeza na fala me intrigou.
    - Aquele bandido do Moacir Brasil. At que enfim mataram o pulha!
    - No, meu amigo, ningum o matou, ele morreu de ...
    - Envenenado no foi?

    - O Senhor leu a notcia.
    - Mas claro que li, e ali est.
    - O qu?
    Pego o meu jornal e procuro minha matria.
    - No est com essas palavras, mas d pra perceber que ele foi envenenado.
    - Ah LaBanca, aqui s est explicando que algum queria ele morto, mas a causa foi ...

    - Veneno.
    Seu sangue italiano continua a explicar como, segundo ele, eu mesmo escrevi, que a morte dele foi forjada. Alis, conta que em sua cidade natal uma mulher matou a marido abstmio de cirrose, com uma conhecida tcnica que envolvia vidro, pimenta, refrigerante e peixe. Seu talento judeu permitia atender e me explicar os procedimentos que ele mesmo desenhava com as mos.
    - A a espinha de peixe passou a furar a parede do estmago. E foi furando e furando ...
    Apontava para aquele barrigo imenso. Apesar de incmodo precisava prestar ateno. Se algum teve tanta certeza de que leu isso no jornal, algum mais pode ter a mesma impresso. E tambm, a partir de agora vou tomar cuidado com a mulher que for me oferecer Trara.

    - Obrigado LaBanca, at amanh.
    - At amanh Leonardo.
    Com uma mo me saudava e na outra entregava um jornal.

    Chegando em meu apartamento me surpreendo.
    Violeta j tinha feito o caf da manh, estava apenas esperando os pes que fui comprar na padaria. Me surpreendo porque ela no desse tipo. Sempre pregou que no seria como a me dela, uma Amlia que viveu em funo do marido. O homem no sabia o que era montar o prprio prato, e no sabia o que era dar ateno a uma s mulher. Violeta to logo pode foi viver com sua tia. Sua me at hoje ama o marido, s falta saber aonde ele est.
    - Voc est bem Violeta? No est passando mal?
    - Cala a boca e senta seu tonto. No fiz por voc, eu estou com fome tambm.
    - Ah, e eu pensei que meu charme estava te encantando mais ...
    - Voc tem charme, mas eu tenho fome. Foi na banca? Aonde est a to sinistra matria?
    Ela diz j abrindo o jornal. Devoro os mistos-quente enquanto ela devora o falecimento do Brasil. D prazer ver sua mastigao alterar de velocidade a medida que seus olhos vo se arregalando nas linhas.
    - O caf t com acar?
    - No, voc gosta puro.
    - J at sabe como eu gosto do caf.
    - Para de me distrair.
    Ao final da leitura ela depe o jornal de lado e me investiga com os olhos.
    - Voc estava l no necrotrio?
    - Sim. Fomos eu e o Augusto.
    - Ai, voc viu o corpo dele tambm? O peito dele?
    - Oras bvio, no est a na foto? Que pergunta essa?
    - Mas como deixaram voc entrar?
    - Bem o Augusto tinha uma dica de uma amiga dele, ela sacou que havia uma movimentao anormal quando foi ver, era o Brasil.
    - Ah sim, mas isso vai dar um rebulio nessa cidade. Imagina s, quanta gente no quer que ele tivesse morrido. At tentaram matar ele uma vez no foi?
    - Sim, mas o safado era esperto e sabia pular como um gato quando encurralado.
    Ela observa minha mos e pergunta.
    - E tinha muita gente l na entrada?
    - Olha querida, eu preciso ir na agncia depois a gente conversa ok?
    - Sim, sim.
    Eu no vou trabalhar to cedo, principalmente nesta manh de glria. E amanh e depois ainda vo estar falando da minha matria, ento no preciso me preocupar muito, d pra enrolar um pouco. Fazer desdobramentos e desdobramentos do mesmo assunto, comentar os comentrios dos outros por assim vai. Um descanso dessa labuta cai bem.
    Porque voc mulheres tem essa maldita memria de tudo o que falamos? Um homem que trai tem de ser no mnimo um bom escritor. Algum capaz de inventar histrias verossmeis e lembrar dos detalhes que rasgam as tramas e entregam as verdades.
    O que arte afinal?

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  9. #15
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    Padro Parabns!

    @HOVO, estupendo! compraria seu livro qualquer dia da semana!
    ltima edio por AlexDoc; 31-12-2016 s 14:40.

    a volta dos que no foram

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  11. #16
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    Padro Fim ou Hiato

    Ol, gostaria de agradecer aos que acompanharam a saga do Macedo e Augusto at agora.
    Muito obrigado pelas visualizaes, comentrios, crticas, apontamentos, mensagens. Tudo foi, e ser, de muito bom uso.
    Por hora, estou finalizando as postagens dessa histria aqui. Em parte porque iniciei outro projeto que exige mais ateno,
    em parte por dica de Guile conforme citao.
    O post continuar aqui para que quando, e se, eu conseguir produzir o que quero possa dividir com vocs.

    Mais uma vez, muito obrigado pela ateno!

    Isto fica feliz em ser til.


    Citao Postado originalmente por gu1le Ver Post
    Daria um timo livro ( e daria um trabalho enorme ) No sei se vale a pena publicar tudo, antes de garantir seus direitos autorais cara.

    gu1le
    O que arte afinal?

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  13. #17
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    Que bom estar desenvolvendo outros trabalhos. No se esquea de de vez em quando postar uns textos soltos simples mas inspirados daqueles escritos tipo em vinte minutos sem compromisso com incio nem fim. Pode ser que isto sirva como um convite para escrever aos que vierem depois de ns. E o pessoal aqui gosta de ler coisas interessantes.


    At Breve.


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